Caderno 1

O Caderno 1 estava certo: Secretaria da Mulher de ST será extinta, e também a da Cultura

11 janeiro 2017
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Ainda em dezembro o Caderno 1 antecipou que a Secretaria da Mulher de Serra Talhada, tão decantada como uma das grandes ações do prefeito Luciano Duque (PT) de Serra Talhada seria extinta (leia aqui), sob a alegação de ‘ajustes’ na máquina administrativa. Nos bastidores os comentários é de que a pasta ‘”não disse para que veio“.

Ainda no início da sua  criação, no primeiro ano do mandato do gestor petista, sob o comando da então vice-prefeita, Tatiana Duarte, a pasta se destacou, chegando até mesmo a ganhar prêmios para administração municipal, fato que foi exaustivamente usado pelo gestor quando em campanha para reeleição.

Alcançado seu objetivo (de reeleição) Duque não se incomoda em extinguir a pasta, tida como uma vitória do movimento que luta pelos direitos da Mulher.

Depois da saída de Tatiana Duarte da pasta, depois que rompeu com o prefeito, assumiu a petista Mônica Cabral, que não conseguiu imprimir o mesmo ritmo a secretaria.

Logo que o Caderno 1 antecipou a extinção da Secretaria da Mulher, Mônica se apressou para através de uma rádio local tecer duras criticas ao blog e desmentir o anúncio. Segundo ela, naquela oportunidade, a secretaria continuaria e fortalecida.

Nesta quarta-feira, através da imprensa local o prefeito anunciou de fato a extinção da pasta. segundo ele declarou, a mesma será transformada em uma coordenadoria, e conforme apurou o Caderno 1, a coordenadoria, assim como havia sido dito, ficará lotada na Secretaria de Desenvolvimento Social, há indícios de que Mônica Cabral seja rebaixada de secretária para coordenadora e assuma este cargo.

Cultura

 Outra previsão do Caderno 1 foi quanto a situação da Secretaria de Cultura do Município. Os comentários davam conta de que a mesma seria entregue ao vereador Pinheiro do São Miguel, e outra possibilidade seria da sua fusão com a recém criada Fundação Cultural de Serra Talhada.

A Fundação foi criada depois de uma  manobra que extinguiu a Casa da Cultura, criada em 1986. Duque optou por extinguir o aparelho e montar um novo onde tivesse pleno poderes, com isso esvaziou a Secretaria de Cultura (motivo que teria feito com que Pinheiro não aceitasse a mesma) e assim ficou aberta a possibilidade de fundir os dois órgãos: Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura.

Desde o início do primeiro mandato de Duque que o então presidente da extinta Casa da Cultura, Tarcisio Rodrigues, defendeu o modelo de fusão dos dois aparelhos, o que não foi aceito porque a Casa da Cultura tinha administração autônoma, agora no entanto, como a Fundação de Cultura sofre ingerência do gestor, ele anuncia o fim da Secretaria de Cultura.

Embora ainda não tenha sido nomeado a direção da Fundação de Cultura, o ex-secretário de Cultura, Anildomá Willans já despacha na sede da extinta Casa da Cultura.

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Redação Carderno 1

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